A ordem certa para assistir Dragon Ball
Onde entram Z, Kai, GT, Super e os filmes, com a versão completa e a versão enxuta.
Editoria
Ordens de exibição que fazem sentido, origens literárias por trás dos personagens e curiosidades que sobrevivem à verificação. Sem listas genéricas.
A palavra anime é simplesmente a abreviação japonesa de animation. No Japão ela serve para qualquer animação; fora do país, virou sinônimo de um conjunto de convenções visuais e narrativas que se consolidou a partir dos anos 1960.
Boa parte dos clássicos vem de material impresso. Dragon Ball nasceu como mangá em 1984 e é uma releitura declarada de Jornada ao Oeste, clássico chinês do século XVI — Goku é uma versão de Sun Wukong, o Rei Macaco, o que explica o rabo, o bastão extensível e a nuvem voadora dos primeiros arcos.
Essa relação entre mangá e adaptação animada é a origem da maior parte das dúvidas de ordem de exibição. Quando o anime avança mais rápido que o mangá, o estúdio precisa criar conteúdo próprio; quando o mangá termina, surgem remontagens mais fiéis. É exatamente o que aconteceu com Dragon Ball Z e Dragon Ball Kai.
Nosso guia da editoria resolve esse problema de forma prática: o que é canônico, o que é conteúdo extra e qual caminho economiza mais de cem episódios sem perder nada importante.
Biblioteca
Onde entram Z, Kai, GT, Super e os filmes, com a versão completa e a versão enxuta.
Quatro ordens possíveis, incluindo a Ordem Machete.
Do Magnavox Odyssey ao PS5, com o papel do Brasil nessa história.
Quiz
Dez perguntas sobre origens, autores e episódios históricos da animação japonesa.
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Interativo
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